João Cruz – Patinador e Motociclista

O João Cruz tem uma história incrível. Em 1960 ele fez uma viagem de moto com um amigo, do Rio de Janeiro até o nordeste do país. Esta aventura é narrada em detalhes neste livro.

https://motomovimento.com.br/motociclistas-invenciveis/#prettyphoto[group-625]/2/

Ele me contou que desde anos 1930 até 1960, entusiastas da patinação frequentavam o rinque da Quinta (destruído quando Carlos Lacerda foi governador do RJ), que ficava próximo aos brinquedos do Parque Xangai.

O João fez parte da equipe Flamengo sobre Rodas (CRF) e inaugurou com seus companheiros de patinação (convidados pelo então prefeito Janot) o rinque de patinação na Várzea -Teresópolis-RJ, em julho de 1957.

Em 2019, aos 86 anos de idade, o João me pediu uma sugestão de patins tradicional Chicago ou Torlay. Fiquei feliz em saber que ele continua entusiasta e praticante do esporte!

Veja na foto o João, de patins, apoiando outro patinador (no alto).

O João gentilmente me enviou a descrição das brincadeiras que ele e outros patinadores costumavam fazer. Algumas delas requerem muita habilidade e experiência, e são indicadas apenas para patinadores avançados. De qualquer modo, vale a pena conhecer. Confira!

Trenzinho: Um patinador andando de costas é seguro pelas mãos por um segundo patinador, ficando assim um de frente para o outro. A seguir, um terceiro patinador pega por trás na cintura do segundo, depois vinha o quarto pegando no terceiro e assim sucessivamente. Então, quando o primeiro, o único que está de costas e vinha conduzindo o trenzinho e fazendo pequenos zig zags, de repente imprime mais velocidade e logo após faz uma curva bem fechada para um lado e mais outra para o lado contrário. O segundo patinador, ajudando na “rabeada” faz com que muitos outros atrás caiam por derraparem de lado, acontecendo até dos últimos voarem agarrados na cintura do que está na frente porque, quando não mais aguenta soltam e se esparramam no chão.

Dança da laranja:  Um casal de patinadores dança com uma laranja colocada na cabeça. Conforme vão dançando, a laranja vai se deslocado para baixo atendendo a lei da gravidade e o casal vai fazendo de tudo para manter a laranja presa entre eles. O ultimo casal que ficar com a laranja entre eles é o ganhador.

Salto em distância:  Ganha o que pular mais longe.

Salto em altura:  Ganha o que pular mais alto.

Corrida: Vários patinadores competem e o que chegar primeiro no final é o vencedor.

Corrida Psicodélica: Essa é muito empolgante e por demais engraçada. Patinadores vão correr, primeiramente com patins nos pés. Depois da volta que derem na pista terão de descalçar os patins para poderem entrar nos sacos e dentro deles correrem por toda a pista para, após fazerem o percurso calçar os patins e então correrem a última volta. Quem chegar primeiro onde iniciaram é o ganhador. Mas o engraçado dessa competição é que, enquanto estão correndo descalços dentro dos sacos, sem eles saberem. os patins deles são amarrados desordenadamente em outros. Então, quando chegam para calçá-los e segui o última etapa, a confusão é geral!!!

A corrida do ovo na colher: Ovo cozido é colocado numa colher de sopa ou sobremesa (depende do risco que se quer dar à corrida) e o patinador ao iniciar colocará o cabo da colher entre os dentes. Isso deverá ser feito com bons patinadores.

Roda-roda: Um grupo de patinadores fica de um lado do rinque e outro grupo no lado contrário. Dois deles vão  para o centro do rinque. Um deles entrelaça o braço esquerdo com o braço direito do outro e começam a girar para a frente. Em seguida um patinador que esteja num dos lados do rinque vai aos que estão girando e entrelaça um dos seus braços num dos que estiverem girando e o patinador que estiver no outro lado do rinque pega no corpo do outro que está também girando, e assim sucessivamente. Pode ser feito “de costas, também, mas os patinadores terão de ser muito bons.

A “parada” ponta cabeça (está na foto): Dois patinadores andando, um bem na frente e outro atrás, acompanhando-o a certa distância. De repente o da frente para, dá meia volta, apoia-se num pé com os patins e no outro pé apoia-se no freio. Então, o patinador que vinha mais atrás dá um salto, abre as pernas e as encaixa no quadril do primeiro ´patinador, ficando de frente para o “base”, que nesse momento recua o abdome para em seguida (ambos com os braços já entrelaçados), num impulso o “base” lança o acrobata para o alto.  Após isso, já equilibrados, cada um solta um dos braços e o acrobata fica apoiado em apenas um braço, o mesmo acontecendo com o “base”. Ato seguinte, o acrobata desce (sem ir ao chão), prende novamente as pernas no quadril do “base” (ambos com os braços entrelaçados). Nesse momento o “base” começa a girar com o acrobata estendido para trás e com os braços abertos. Enquanto giram, o acrobata volta com o corpo, entrelaça os dedos atrás do pescoço do “base” (que está sempre girando). Quando então o “base” segura o acrobata na altura das axilas, este solta o pescoço do “base”, abre os braços, e, amparado pelo “base” ficam ambos girando. Por fim  o “base” pára, ambos entrelaçam os braços e então o acrobata sai da posição.

 

 

O Som de Blade Runner 2049

Neste vídeo do portal Soundworks Collection, o diretor de Blade Runner 2049, Denis Villeneuve, o editor de áudio Mark Mangini, o sound designer Theo Green, os técnicos Doug Hemphill e Ron Bartlett, o editor de imagens Joe Walker e os compositores Hans Zimmer e Benjamin Wallfisch falam sobre a continuação de um filme cult dos anos 1980.

Estúdio de cinema

Warner Bros. & Sony Pictures

Estúdio de áudio

Sony Studios

Diretor

Denis Villeneuve

Música original

Hans Zimmer e Benjamin Wallfisch


USD Carbon olive custom

Custom com botas USD Carbon olive, base de street da Rollerblade (linha Solo Estilo Era) e rodas Undercover. Ficou D+
USD Carbon olive custom 1
USD Carbon olive custom 2
USD Carbon olive custom 3
Em fevereiro de 2014 troquei coloquei na Rolling Sports um kit com cadarço e presilhas na cor cinza.
USD Carbon olive custom 3
Patinando no Parque da Juventude em S. Bernardo do Campo.
USD Carbon olive custom 3

Doop

Novo produto da Powerslide permite patinar usando o próprio tênis.
Hoje (06/12/12) fui até a Rolling Sports pegar meu Doop. Ao invés de comprar a versão com 4 rodas azuis de 84 mm, que estava querendo, optei pela de 3 rodas de 100 mm. A princípio pensei no Doop 84 porque queria um patins para usar como meio de transporte que oferecesse boa manobrabilidade. Quando vi o Doop 100 mudei de ideia, já que sua base é só um pouco maior do que a do Doop 84. Isso significa em tese que também vai oferecer boa manobrabilidade com a vantagem de atingir velocidade superior com menos esforço, e de passar por pequenos obstáculos (pedrinhas, gravetos, asfalto ruim, etc.) mais facilmente por conta das rodas maiores. A grande sacada da Powerslide foi desenvolver um modelo com 3 rodas de 100 mm. Isso possibilitou o uso de rodas grandes com uma base mais curta do que outros patins que tem 4 rodas de 100 mm. Genial! Além disso, para os mais experientes, a base do Doop 100 permite a troca das rodas originais por rodas de 110 mm.
Voltei da loja patinando e tive uma boa primeira impressão. Vou patinar mais com ele e, depois, publicar mais comentários. Let´s Doop 🙂
Hoje (10/12/12) eu fui p/ academia com o Doop. A distância percorrida foi de mais ou menos 3 km (ida e volta), bem perto. Fiquei surpreso como as passadas e o contato com o solo é similar a um patins com botas. Os pés ficam firmes e a resposta a movimentos é eficiente. Estava de calção, de modo que a parte acolchoada ficou em contato com o tornozelo. Não é tão confortável quanto uma bota de qualidade, mas fiquei com a impressão de que basta usar diversas vezes para “amaciar”.
Hoje (27/12/12) patinei com o Doop durante 45 minutos ininterruptos. Confirmei minhas impressões anteriores, ou seja, depois de uns 20 ou 25 minutos, acostumei-me completamente com o contato da parte acolchoada do cuff com os tornozelos. Andei por diversas ruas da Vila Mariana, segui para a Av. Paulista até a Consolação e voltei. Da esquina da Consolação com a Paulista até a Rua Estela (Paraíso), pelo asfalto, levei cerca de 11 minutos sem grande esforço, apenas patinando em ritmo rápido. O Doop anda bem! Além disso, desci algumas ladeiras moderadas e o patins se mostrou surpreendentemente estável. Mais estável que o RB 10 da Rollerblade que também é um bom patins. Estou a cada dia mais feliz com meu Doop 🙂
Doop 100
Doop 100