O Som de Blade Runner 2049

Neste vídeo do portal Soundworks Collection, o diretor de Blade Runner 2049, Denis Villeneuve, o editor de áudio Mark Mangini, o sound designer Theo Green, os técnicos Doug Hemphill e Ron Bartlett, o editor de imagens Joe Walker e os compositores Hans Zimmer e Benjamin Wallfisch falam sobre a continuação de um filme cult dos anos 1980.

Estúdio de cinema

Warner Bros. & Sony Pictures

Estúdio de áudio

Sony Studios

Diretor

Denis Villeneuve

Música original

Hans Zimmer e Benjamin Wallfisch


USD Carbon olive custom

Custom com botas USD Carbon olive, base de street da Rollerblade (linha Solo Estilo Era) e rodas Undercover. Ficou D+
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Em fevereiro de 2014 troquei coloquei na Rolling Sports um kit com cadarço e presilhas na cor cinza.
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Patinando no Parque da Juventude em S. Bernardo do Campo.
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Doop

Novo produto da Powerslide permite patinar usando o próprio tênis.
Hoje (06/12/12) fui até a Rolling Sports pegar meu Doop. Ao invés de comprar a versão com 4 rodas azuis de 84 mm, que estava querendo, optei pela de 3 rodas de 100 mm. A princípio pensei no Doop 84 porque queria um patins para usar como meio de transporte que oferecesse boa manobrabilidade. Quando vi o Doop 100 mudei de ideia, já que sua base é só um pouco maior do que a do Doop 84. Isso significa em tese que também vai oferecer boa manobrabilidade com a vantagem de atingir velocidade superior com menos esforço, e de passar por pequenos obstáculos (pedrinhas, gravetos, asfalto ruim, etc.) mais facilmente por conta das rodas maiores. A grande sacada da Powerslide foi desenvolver um modelo com 3 rodas de 100 mm. Isso possibilitou o uso de rodas grandes com uma base mais curta do que outros patins que tem 4 rodas de 100 mm. Genial! Além disso, para os mais experientes, a base do Doop 100 permite a troca das rodas originais por rodas de 110 mm.
Voltei da loja patinando e tive uma boa primeira impressão. Vou patinar mais com ele e, depois, publicar mais comentários. Let´s Doop 🙂
Hoje (10/12/12) eu fui p/ academia com o Doop. A distância percorrida foi de mais ou menos 3 km (ida e volta), bem perto. Fiquei surpreso como as passadas e o contato com o solo é similar a um patins com botas. Os pés ficam firmes e a resposta a movimentos é eficiente. Estava de calção, de modo que a parte acolchoada ficou em contato com o tornozelo. Não é tão confortável quanto uma bota de qualidade, mas fiquei com a impressão de que basta usar diversas vezes para “amaciar”.
Hoje (27/12/12) patinei com o Doop durante 45 minutos ininterruptos. Confirmei minhas impressões anteriores, ou seja, depois de uns 20 ou 25 minutos, acostumei-me completamente com o contato da parte acolchoada do cuff com os tornozelos. Andei por diversas ruas da Vila Mariana, segui para a Av. Paulista até a Consolação e voltei. Da esquina da Consolação com a Paulista até a Rua Estela (Paraíso), pelo asfalto, levei cerca de 11 minutos sem grande esforço, apenas patinando em ritmo rápido. O Doop anda bem! Além disso, desci algumas ladeiras moderadas e o patins se mostrou surpreendentemente estável. Mais estável que o RB 10 da Rollerblade que também é um bom patins. Estou a cada dia mais feliz com meu Doop 🙂
Doop 100
Doop 100